PEELINGS SUPERFICIAIS, MÉDIOS E PROFUNDOS

Um dos tratamentos mais usados na recuperação da pele envelhecida pelo sol é o peeling químico. Nele, uma substância química é usada para remover uma camada da pele. Dependendo do peeling escolhido, a camada removida pode ser superficial ou profunda. Depois, células jovens substituem as que foram embora e a pele ganha vida, brilho e uma aparência mais saudável. No processo, também vão embora alguns tipos de manchas escurecidas. Conforme o peeling avança em profundidade, sua potência aumenta: incrementa o poder clareador, suaviza rugas e marcas de expressão.

Peelings leves removem manchas, melhoram a textura e o brilho da pele. Provocam descamação fina, semelhante ao descascado de quem pegou muito sol. Depois da aplicação, a pele fica avermelhada, ressecada e sensível, mas isso melhora em menos de uma semana. Como não remove camadas profundas, não resolve o problema de uma vez só. Por isso, é comum a mesma pessoa realizar alguns peelings superficiais em série, com intervalos de 2 a 4 semanas entre eles. A vantagem disso é que o desconforto é pequeno. Mesmo tendo que voltar ao consultório para repetir o tratamento algumas vezes, não há necessidade de suspender as atividades do dia a dia. E também não requer um período em casa para recuperação. Por isso, e também por ser simples e eficiente, é um tratamento muito popular. Além de manchas superficiais, o peeling superficial remove manchas causadas por espinhas.

Algumas vezes o composto químico usado no peeling superficial é o mesmo que o paciente usa habitualmente em casa, apenas em concentração maior. É o caso dos ácidos retinoico, glicólico ou salicílico: em baixas concentrações, funcionam como bons ativos para cremes rejuvenescedores. E, em altas concentrações, entram na composição de peelings superficiais. Existem outras opções de bons produtos para peelings leves. Cada composto tem suas particularidades, e o médico especialista deve indicar o mais adequado, caso a caso. Por exemplo: o peeling de ácido salicílico também é um secativo de espinhas. Alguns tipos de peelings incluem na formulação ativos clareadores potentes. Assim, conseguem também clarear manchas mesmo sem causar grande descamação.

O peeling médio tem uma penetração maior. É mais eficiente na remoção de manchas causadas pelo sol, e é capaz de suavizar rugas. Conforme a penetração do composto químico aumenta, aumenta também o incômodo do pós-peeling. A pele fica mais avermelhada e depois descama bastante. Desta vez, a descamação não se parece com a de quem exagerou no sol: formam-se crostas escurecidas. O desconforto é maior, mas a melhora é notável após uma única sessão. Deve-se evitar exposição desprotegida ao sol por cerca de duas semanas depois da aplicação. Esse peeling é amplamente usado para melhorar a pele do rosto, mãos e braços. Dependendo do caso, repete-se o tratamento até atingir o resultado desejado.

O peeling profundo é mais radical, indicado para a pele muito envelhecida e muito marcada por rugas. A agressão é grande, e o tratamento é doloroso e feito sob sedação. Vai exigir um tempo de recuperação em casa, variando de duas a quatro semanas. O paciente deve seguir um esquema de cuidados com a pele, incluindo a realização de curativos especiais. A aparência do pós peeling impressiona, mas o resultado final compensa: a melhora da pele é enorme.

O fato é que existem boas opções para minimizar as marcas que o verão deixou na pele. Mas se você foi um desses veranistas imprudentes, é bom ficar arrependido mesmo.

Fonte: veja.com

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